segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Hoje pelas 22h00 vai para o ar o programa tauromáquico "3 Tércios" na Rádio Portalegre, a cargo de Hugo Teixeira e Pedro Pinto.
Vai para o ar esta noite pelas 22h00, mais uma edição do programa tauromáquico "3 Tércios" na Rádio Portalegre, a cargo dos jornalistas taurinas Hugo Teixeira e Pedro Pinto.
Não perca!!!
Poderá ouvir esta emissão no website: www.radioportalegre.pt.
Imagem:D.R.
“Existem jovens que podem vir a ser figuras do toureio”.
Tauromaquia: Final do 1ºciclo de novilhadas de escolas taurinas no campo pequeno com nota positiva
Abriu praça o novilheiro Pedro Noronha (foto ao lado), que teve boa lide perante um novilho algo tardo nas investidas mas nobre embora escasso de forças.
Noronha acabou por desenhar no capote duas bonitas séries de verónicas e chicuelinas, para depois na muleta executar tandas de mérito, porém o novilho escasseou nas forças na hora de investir, mesmo assim Pedro Noronha esforçou-se para tirar partido de alguma bravura que o seu oponente tinha.
Rodrigues brilhou nas bandarilhas.
Na muleta esteve esforçado, a espaços conseguiu sacar alguns muletazos largos mas o novilho que teve por diante a ser brusco na hora de investir na muleta não facilitando o labor do bezerrista moitense.
Peseiro foi sério na muleta.
Nas bandarilhas esteve portentoso executando cravando três bons pares de bandarilhas, para depois fazer desplantes perante o novilho que lhe calhou em sorte.
Na muleta esteve a gosto, toureando por ambos os lados, destacando-se nos derechazos largos com a mão baixa que executou e nas mudanças de mão, perante um novilho colaborador e que permitiu o êxito ao toureiro.
Maria Mira não esteve nos seus dias.
Outra vez correrá melhor com certeza.
David Oliveira faz inveja a cavaleiros de alternativa.
O segundo cavaleiro a actuar foi o praticante David Oliveira ( foto abaixo) que foi autor de uma grande prestação.
Muito bem a cavalo, foi esperar o seu novilho à porta dos curros para o depois trazer pelo corredor das tábuas tendo sido alvo de um toque que poderia ter graves consequências.
Recompôs-se e partiu para uma lide de muita verdade e toreria, destacando-se logo nos dois ferros à tira que cravou na primeira parte da sua lide.
Nas bandarilhas curtas esteve muito bem, colocando o novilho nos terrenos exactos para depois de frente cravar ferros muito meritórios de dentro para fora que fazem a inveja a muito cavaleiro de alternativa, perante o melhor novilho da corrida e que permitiu êxito sonante ao cavaleiro de Loures, que ainda teve tempo de cravar um bom ferro em sorte violino, para culminar em grande a sua muito boa actuação.
Rouxinol Jr. tem escola de seu pai
Nos curtos esteve em plano de toureiro, vendo bem as características do novilho indo de frente à “cara dos toiros”, para deixar ferros com a marca Rouxinol tal a maneira como monta e toureia ser bastante semelhante à de seu pai, o cavaleiro tauromáquico Luís Rouxinol.
Fotos:Emilio de Jesus.
Banda Filarmónica da Nazaré mostrou que é mesmo uma banda de grande qualidade e com muita afición.
Enviado especial - Bruno Paparrola
A Monumental Praça de Toiros do Campo Pequeno em Lisboa, recebeu no passado dia 27 de Setembro, a final do “1ºCiclo de Novilhadas de Escolas Taurinas em Portugal”.
O cartel desta novilhada mista foi composto pelos cavaleiros praticantes: Maria Mira, David Oliveira e o cavaleiro amador: Luís Rouxinol Jr.
Na parte a apeada o novilheiro: Pedro Noronha (Escola de Toureio “José Falcão” de Vila Franca de Xira) e os bezerristas João Rodrigues (Escola Taurina da Moita) e Diogo Peseiro (Academia de Toureio do Campo Pequeno).
Grupo de Forcados Amadores de Azambuja, capitaneados pelo cabo Fernando Coração.
Noronha em bom nível.
Em segundo lugar actuou o bezerrista João Rodrigues, teve uma lide esforçada perante um toiro com investidas bruscas tanto no capote como na muleta.
No capote rubricou uma bonita série de verónicas, para depois no tércio de bandarilhas estar grande plano, deixando-se ver para depois perante o arranque do novilho abrir o quarteio e a “todo lo alto” como se diz na gíria de deixar três pares de banderilhas de grande qualidade.Na muleta esteve esforçado, a espaços conseguiu sacar alguns muletazos largos mas o novilho que teve por diante a ser brusco na hora de investir na muleta não facilitando o labor do bezerrista moitense.
A terceira lide da noite esteve a cargo do bezerrista Diogo Peseiro, que foi o protagonista da melhor lide apeada.
No capote deu logo o ar da sua graça, executando uma larga cambiada de joelhos para depois no seguinte deste passe rubricar uma bonita série de verónicas.Nas bandarilhas esteve portentoso executando cravando três bons pares de bandarilhas, para depois fazer desplantes perante o novilho que lhe calhou em sorte.
Na muleta esteve a gosto, toureando por ambos os lados, destacando-se nos derechazos largos com a mão baixa que executou e nas mudanças de mão, perante um novilho colaborador e que permitiu o êxito ao toureiro.
A segunda parte da corrida esteve a cargo da cavaleira praticante Maria Mira, que teve uma lide irregular levando alguns toques e a hesitar na hora de deixar a ferragem.
Ainda assim cravou dois bons ferros curtos, perante um novilho que se adiantava na hora de investir, prejudicando um pouco a tarefa da cavaleira.Outra vez correrá melhor com certeza.
Recompôs-se e partiu para uma lide de muita verdade e toreria, destacando-se logo nos dois ferros à tira que cravou na primeira parte da sua lide.
Nas bandarilhas curtas esteve muito bem, colocando o novilho nos terrenos exactos para depois de frente cravar ferros muito meritórios de dentro para fora que fazem a inveja a muito cavaleiro de alternativa, perante o melhor novilho da corrida e que permitiu êxito sonante ao cavaleiro de Loures, que ainda teve tempo de cravar um bom ferro em sorte violino, para culminar em grande a sua muito boa actuação.
A última lide da noite esteve a cargo do cavaleiro amador Luís Rouxinol Jr., que obteve uma boa actuação neste seu debute na Monumental Praça de Toiros do Campo Pequeno.
De saída montou o cavalo de nome “Dólar”, com o qual recebeu muito bem o novilho que teve por diante com dois compridos de boa nota, de frente abrindo bem quarteio para depois com domínio da situação cravar de alto baixo.Nos curtos esteve em plano de toureiro, vendo bem as características do novilho indo de frente à “cara dos toiros”, para deixar ferros com a marca Rouxinol tal a maneira como monta e toureia ser bastante semelhante à de seu pai, o cavaleiro tauromáquico Luís Rouxinol.
Ainda teve tempo de para deixar dois palmos de boa nota com que terminou a sua boa actuação, perante um novilho algo tardo nas investidas mas que Rouxinol Jr., entendeu bem e deu-lhe lide adequada.
Bom debute de Rouxinol Jr., na Monumental do Campo Pequeno.
Forcadagem:
No que diz respeito às pegas, a primeira foi consumada à primeira tentativa à córnea, a segunda pega da noite foi consumada à quinta tentativa com as ajudas carregadas.
A terceira e última pega da noite foi consumada à primeira tentativa, com o forcado da cara a fechar-se à barbela. No que diz respeito aos troféus, o de melhor lide a cavalo foi para o cavaleiro praticante David Oliveira e o de melhor lide apeada para o novilheiro Pedro Noronha da Escola de Toureio “José Falcão” de Vila Franca de Xira.
Abrilhantou este espectáculo a Banda da Associação Filármonica da Nazaré, que neste debute na Monumental Praça do Campo Pequeno, obteve grande triunfo tocando pasodobles tais como: “Corazón Hispano”, España Cani”, “Procuna”, Bienvenida”, entre outros e que agradaram bastante aos aficionados presentes na primeira praça do país.
Associação Filarmónica da Nazaré realizou Almoço-Convivio no passado sábado.
Banda da Associaçao Filarmónica da Nazaré realizou almoço convívio e homenageou o seu maestro José Maria Pequicho
Reportagem de Bruno Paparrola.
A Associação Filarmónica da Nazaré, (AFN), realizou no dia
de ontem (29 de Setembro), um almoço convívio na Escola Básica do 1ºCiclo do Sitio
da Nazaré. Este estabelecimento de ensino local é onde a Banda da (AFN) ensaia.
Este almoço teve também como objectivo uma homenagem ao Maestro José Maria
Pequicho.
Este evento contou com a presença dos músicos e seus
familiares, como algumas pessoas importantes da Nazaré e também da presença do
cavaleiro caldense Marco José que falou ao blog tauromáquico “Quiebros e
Chicuelinas” na reportagem mais á frente. Primeiro falou o Maestro José Maria
Pequicho (na foto).
Quiebros e
Chicuelinas – Que significado tem para si esta homenagem que Associação
Filarmónica da Nazaré lhe prestou?
Quiebros e Chicuelinas – Que balanço da sua temporada, que parece ter “renascido” para a ribalta da tauromaquia nacional?
Marco José - O balanço é positivo, o “renascimento” não existe, quer dizer trabalho dia a dia sou profissional de toureio à 17 anos, eu é que ensino e preparo a minha quadra de cavalos, estou a terminar o meu curso de veterinário, as coisas não são fáceis de conciliar uma pessoa com a família, o curso e a actividade tauromáquica é um bocado complicado.
Penso que neste momento reúno uma quadra de cavalos que me
satisfaz pessoalmente e que me deixa praticar o toureio que eu sinto, e chegar se
calhar como as pessoas me caracterizam com mais raça e mais alegria às bancadas
para dar mais emoção, penso que tem sido aí todo este sacrifício que tenho
feito dia a dia de montar os meus cavalos e reunindo todo um conjunto de infra
estruturas, para que eu possa depois usufruir que é o que está acontecer agora atingindo
a maturidade e estando a usufruir.
M.J. – Alcancei triunfos bastante importantes, mesmo as corridas que não são os triunfos que nos satisfaçam pessoalmente são sempre corridas que nos marcam e são filmadas para que possamos corrigir de certa forma e analisar o que menos bem correu. A corrida da Nazaré, penso que “apanhei” um toiro com umas características complicadas, numa praça tão carismática como a da Nazaré e uma praça com um redondel tão pequeno, penso que foi um toiro que foi preciso ter um conhecimento e ter a cabeça a funcionar.
Q.C.- Que opinião tem sobre esta iniciativa da Associação Filarmónica da Nazaré?
M.J. – Olhe quando me foi feito o convite, na corrida em que actuei na Nazaré, vieram-me fazer um convite para estar hoje aqui presente e eu disse logo que sim não sabendo que iria tourear amanhã (hoje), acho muito importante o convívio e penso que a Associação Filarmónica da Nazaré faz falta à sua terra, à Praça de Toiros da Nazaré e à tauromaquia. É importante perante a sociedade que nós temos hoje, e sendo uma banda que tem muitos jovens e estão ocupados, vejo pelo seu maestro e com o dinamismo que a direcção tem em fomentar e entreter todos estes jovens, porque penso nesta sociedade os jovens vão crescer e amadurecer, tocando música e assistindo a um espectáculo de grande cultura em Portugal como é a tauromaquia, e assim vão tomando a sua responsabilidade porquê têm horários para irem aos ensaios da banda, de representar a banda.
Estivemos também à conversa com a Presidente da Associação
Filarmónica da Nazaré, Elísia Soares.
Quiebros e
Chicuelinas.- Que balanço faz da temporada da Banda da Associação Filarmónica
da Nazaré?
E.S.- Isto foi mais um almoço de amigos, a homenagem ao maestro José Maria Pequicho já estava prevista há algum tempo e estávamos para prestar esta homenagem no 1ºConcerto Tauromáquico que realizámos no passado dia 21 de Abril no Teatro Chaby Pinheiro, mas achámos que era muito cedo e esta direcção precisava de trabalhar um pouco mais para chegarmos ao dia de hoje para prestarmos esta homenagem ao nosso maestro.
Fotos:D.R. e Joaquim José Paparrola (Quiebros e Chicuelinas).
Este evento contou com a presença dos músicos e seus
familiares, como algumas pessoas importantes da Nazaré e também da presença do
cavaleiro caldense Marco José que falou ao blog tauromáquico “Quiebros e
Chicuelinas” na reportagem mais á frente. Primeiro falou o Maestro José Maria
Pequicho (na foto).
José Maria Pequicho
– Não esperava isto, mas quero dizer que é um enorme orgulho, estou bastante
contente e sensibilizado, tinham-me convidado para o almoço convívio e foi uma
surpresa bastante agradável. Qualquer pessoa que seja homenageada desta forma fica
totalmente satisfeita, é bom saber que às pessoas que gostam do nosso trabalho
outras não e não podemos agradar a toda a gente.
Q.C. – É para
continuar como Maestro desta banda?
J.M.P. – Vou
tentar, tenho tido alguns problemas de foro familiar, mas penso que vou
continuar e enquanto puder estarei sempre disponível para ajudar a Associação
Filarmónica da Nazaré.
O cavaleiro tauromáquico Marco José, também falou ao nosso
blog sobre a sua temporada e iniciativa levada a cabo da Associação Filarmónica
da Nazaré.
Quiebros e Chicuelinas – Que balanço da sua temporada, que parece ter “renascido” para a ribalta da tauromaquia nacional?
Marco José - O balanço é positivo, o “renascimento” não existe, quer dizer trabalho dia a dia sou profissional de toureio à 17 anos, eu é que ensino e preparo a minha quadra de cavalos, estou a terminar o meu curso de veterinário, as coisas não são fáceis de conciliar uma pessoa com a família, o curso e a actividade tauromáquica é um bocado complicado.
Q.C. – Quais os
maiores triunfos que alcançou nesta temporada?
M.J. – Alcancei triunfos bastante importantes, mesmo as corridas que não são os triunfos que nos satisfaçam pessoalmente são sempre corridas que nos marcam e são filmadas para que possamos corrigir de certa forma e analisar o que menos bem correu. A corrida da Nazaré, penso que “apanhei” um toiro com umas características complicadas, numa praça tão carismática como a da Nazaré e uma praça com um redondel tão pequeno, penso que foi um toiro que foi preciso ter um conhecimento e ter a cabeça a funcionar.
Costumo dizer que há “três animais”, um racional e dois
irracionais dentro de uma praça de toiros, e há que conciliar e harmonizar,
todo um movimento numa lide para que possamos transmitir e agradar aos
espectadores e aficionados que estão presentes nas corridas de toiros, a corrida
da Nazaré, duas nas Caldas da Rainha, na Póvoa de Varzim, há 4 ou 5 corridas que
este ano me marcaram pela positiva.
Q.C.- Que opinião tem sobre esta iniciativa da Associação Filarmónica da Nazaré?
M.J. – Olhe quando me foi feito o convite, na corrida em que actuei na Nazaré, vieram-me fazer um convite para estar hoje aqui presente e eu disse logo que sim não sabendo que iria tourear amanhã (hoje), acho muito importante o convívio e penso que a Associação Filarmónica da Nazaré faz falta à sua terra, à Praça de Toiros da Nazaré e à tauromaquia. É importante perante a sociedade que nós temos hoje, e sendo uma banda que tem muitos jovens e estão ocupados, vejo pelo seu maestro e com o dinamismo que a direcção tem em fomentar e entreter todos estes jovens, porque penso nesta sociedade os jovens vão crescer e amadurecer, tocando música e assistindo a um espectáculo de grande cultura em Portugal como é a tauromaquia, e assim vão tomando a sua responsabilidade porquê têm horários para irem aos ensaios da banda, de representar a banda.
Acho que a homenagem que hoje prestaram ao maestro José
Maria Pequicho, é digna e foi no tempo certo e na hora certa, uma pessoa que
tem dificuldades inerentes da vida, da idade e da sociedade, luta na vida para
ensinar música aos mais jovens. Foi uma homenagem muito bonita que prestaram ao maestro.
Q.C.- Dá por
terminada a sua temporada ou tem mais algumas corridas onde actuar?
M.J. – Olhe,
toureio amanhã (ontem) em Póvoa de São Miguel, depois dia 1 Novembro no
Cartaxo.
Elísia Soares –
Faço um balanço positivo, também devido aos contactos que conseguimos arranjar
para que num futuro próximo possamos actuar em mais praças de toiros, penso que
esta ida ao Campo Pequeno na passada quinta- feira foi uma mais-valia para a
esta banda, visto que havia algumas pessoas que não nos conheciam e pensavam
que nós éramos músicos profissionais, houve um feedback positivo da parte de
algumas pessoas ligadas à tauromaquia que gostaram que nos ver actuar no Campo
Pequeno.
Q.C. – Em relação a
esta iniciativa da (AFN), e a homenagem ao maestro José Maria Pequicho, que
opinião tem sobre este almoço convívio que contou com figuras ligadas à
tauromaquia e de outras vertentes da cultura?
E.S.- Isto foi mais um almoço de amigos, a homenagem ao maestro José Maria Pequicho já estava prevista há algum tempo e estávamos para prestar esta homenagem no 1ºConcerto Tauromáquico que realizámos no passado dia 21 de Abril no Teatro Chaby Pinheiro, mas achámos que era muito cedo e esta direcção precisava de trabalhar um pouco mais para chegarmos ao dia de hoje para prestarmos esta homenagem ao nosso maestro.
Penso que a homenagem deveria ser feita num dia importante,
num almoço convívio que reuniu todo o pessoal da banda e não só, julgo que os
miúdos estão contentes e correu muito bem. Julgo que foi um bom final de temporada
tauromáquica para nós, porque agora a banda vai começar a entrar numa época de
procissões, a partir de agora é para esquecer a tauromaquia pelo menos até
Abril.
Q.C. – Qual sensação
de ver a Banda da Associação Filarmónica da Nazaré em actuar na primeira praça
do país (Campo Pequeno)?
E.S. – Foi uma
sensação muito boa, os miúdos ficaram radiantes com a adrenalina de actuar numa
Praça de Toiros como é o caso da Monumental do Campo Pequeno, foi um bonito momento na
vida da banda.
Fotos:D.R. e Joaquim José Paparrola (Quiebros e Chicuelinas).
Porta Grande para António Ferrera, ontem Úbeda (Jaén, Espanha).
Momento da saída em ombros de António Ferrera ao lado do maioral da ganadaria de Victorino Martín.
"Melenudo", o toiro indultado por António Ferrera ontem em Úbeda (Jaén, Espanha).
O matador de toiros espanhol António Ferrera (foto acima), foi o grande triunfador da corrida apeada realizada ontem na localidade espanhola de Úbeda (Jaén, Espanha), depois de ter indultado o toiro de nome "Melenudo" na sua segunda lide recebendo duas orelhas e rabo simbólicos depois de ter cortado uma orelha na sua primeira lide, saindo assim em ombros pela Porta Grande
Actuaram também os matadores de toiros:Rafael Rubio "Rafaelillo" que foi ovacionado no final das suas duas lides e Carnicerito de Úbeda que deu volta à arena na sua primeira lide, e ovacionado no final da sua segunda actuação.
Lidaram-se toiros da ganadaria espanhola de Victorino Martín.
Fotos:Aplausos.es.
"Melenudo", o toiro indultado por António Ferrera ontem em Úbeda (Jaén, Espanha).
O matador de toiros espanhol António Ferrera (foto acima), foi o grande triunfador da corrida apeada realizada ontem na localidade espanhola de Úbeda (Jaén, Espanha), depois de ter indultado o toiro de nome "Melenudo" na sua segunda lide recebendo duas orelhas e rabo simbólicos depois de ter cortado uma orelha na sua primeira lide, saindo assim em ombros pela Porta Grande
Actuaram também os matadores de toiros:Rafael Rubio "Rafaelillo" que foi ovacionado no final das suas duas lides e Carnicerito de Úbeda que deu volta à arena na sua primeira lide, e ovacionado no final da sua segunda actuação.
Lidaram-se toiros da ganadaria espanhola de Victorino Martín.
Fotos:Aplausos.es.
Tarde triunfal ontem em Pozoblanco (Córdoba, Espanha), com Diego Ventura a cortar quatro orelhas.
Fazendo uma batida ao pitón contrário montando o cavalo "Conquistador"
Grande momento cravando um bom ferro montando a égua "Milagros"
Com as duas orelhas que lhe garantiram o máximo triunfo em Pozoblanco (Córdoba, Espanha).
A localidade cordobenha de Pozoblanco (Espanha), recebeu na tarde de ontem uma grandiosa corrida de rejoneio, com os rejoneadores Pablo Hermoso de Mendoza, Andy Cartagena e Diego Ventura, a saírem em ombros pela Porta Grande.
Pablo Hermoso de Mendoza cortou três orelhas (duas orelhas na sua primeira lide e orelha na sua segunda actuação), Andy Cartagena cortou duas orelhas na sua segunda actuação, sendo silenciado no final da sua primeira lide e Diego Ventura (nas fotos) que acabou por o máximo triunfador desta corrida depois de ter cortado quatro orelhas (duas orelhas na sua primeira lide e duas orelhas na sua segunda actuação).
Lidaram-se toiros da ganadaria espanhola de Fermín Bohórquez.
Fotos:Carlos Núñez/Toromedia.
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